"Pena de Morte" - tertúlia com a presença do Prof. Luís Braga, professor de História, especialista em Pena de Morte e coordenador do Grupo Local de Viana do Castelo da Amnistia Internacional.
Um espaço de debate para quem acredita no seu semelhante...


No próximo dia 14 de Fevereiro, será votado o relatório do Parlamento Europeu sobre as actividades da CIA na Europa, redigido pela Comissão criada para o efeito, o qual denuncia várias acções ilegais de rapto e transporte forçado de pessoas dentro do espaço europeu, em trânsito para locais onde foram sujeitas a práticas de tortura e a detenções ilegais, ao abrigo da “guerra ao terror” encetada pelos Estados Unidos da América.
A libertação da prisioneira de consciência, Jennifer Latheef de prisão domiciliária a 16 de Agosto de 2006, foi a última vitória da sua campanha para a promoção de democracia e liberdade de expressão nas Maldivas.
A violência contra as mulheres no seio da família – violência doméstica – é uma violação fundamental dos Direitos Humanos. No entanto, é uma realidade diária para milhares de mulheres em todos os países no mundo, nos quais Portugal está incluído.
Cinquenta e oito países comprometeram-se hoje, pela primeira vez, com uma série de medidas de luta contra o recrutamento de crianças-soldado e contra "a impunidade" de que gozam os líderes que recrutam menores para os conflitos armados.
Em 1992, 18.305 pessoas foram “apagadas” (ilegalmente removidas do resisto esloveno de residentes permanentes), das quais 6.000 continuam sem a naturalidade eslovena ou uma autorização de residência permanente. Muitos dos 12.000 que conseguiram obter as suas residências permanentes ou naturalidade lutaram anos em casos burocráticos e legais. No entanto, continuam a sofrer as consequências do seu passado como “apagados” e não têm acesso a reparação completa, incluindo compensação financeira.
"A resposta estava preparada. Ao terceiro dia da visita oficial do primeiro-ministro à China, José Sócrates falou sobre direitos humanos. Questionado pelos jornalistas sobre a política chinesa nesta matéria, o chefe do Executivo deu uma resposta prudente, afirmando que "a posição de Portugal coincide com a da União Europeia [UE]". "Temos a mesma posição da UE e a parte chinesa sabe disso." A UE mantém um embargo ao comércio de armas com a China por causa dos acontecimentos trágicos de Tiananmen, em 1989, tendo ainda há poucos dias reafirmado que a sanção só cessará caso Pequim assine a convenção de direitos humanos das Nações Unidas. José Sócrates, sem entrar em pormenores sobre as conversas que manteve quer com o primeiro-ministro chinês, quer com o vice-presidente, sugeriu que o tema esteve em cima da mesa. "Viemos para preparar a cimeira UE-China [que ocorrerá durante a presidência portuguesa da UE]. Vamos negociar um acordo com a China", afirmou, referindo-se ao embargo das armas mas também a "muitos pormenores", como o reconhecimento da existência de uma economia de mercado na China. Para o primeiro-ministro, o desenvolvimento económico chinês poderá levar a um progresso relativamente ao respeito pelos direitos humanos."