
Blog da Casa Municipal da Juventude: cmjuvaveiro.blogspot.com/
Um espaço de debate para quem acredita no seu semelhante...

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NETA MISHLI, objectora de consciência, tem 18 anos, é de Tel-Aviv e foi condenada a 7 dias de prisão, no dia 23 de Abril de 2009, por ter recusado alistar-se no exército israelita. No dia seguinte foi novamente julgada e desta vez sentenciada com 20 dias de prisão numa prisão militar. O Gabinete de advogados militares autorizou que fosse realizado um novo julgamento devido à sua recusa de se alistar no exército. É suposto ser libertada dia 10 de Maio. 

Luís Vaz Martins, advogado e presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, recebeu ameaças de um indivíduo armado após condenar publicamente a prisão e tortura do destacado advogado Pedro Infanda e as agressões ao actual Presidente do Tribunal de Contas e antigo Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, Francisco José Fadul.
A Coreia do Norte declarou que não voltará às negociações sobre o seu plano nuclear e decidiu reactivar as instalações nucleares que se comprometera a desmantelar.
Acredito plenamente que o “ser” tem que se sobrepor ao “ter”. Sei que não é o sentimento dominante neste início de século preocupado por uma globalização essencialmente financeira e especulativa, pelo vírus da ganância que galopa na mente de certos “yuppis” e de certas “empresas”, por uma tecnologia que parece tudo explicar e dominar e por uma visão maniqueísta das relações humanas que pretende conduzir-nos para perigosos desvios militaristas assim como para um choque de civilizações e religiões obsoleto porque retrógrado, sem cabimento e esperança e causador de tanto sofrimento e morte. O terrorismo e o combate que lhe está a ser travado são epifenómenos que decorrem das contradições e efeitos negativos quando o “ter”, irreflectidamente, tem a pretensão e ousadia de se sobrepor ao “ser”. A actual guerra contra o terrorismo está enferma de inutilidade e morte porque manifestamente desadequada e incompleta: só feita de tiros, torturas, prisões arbitrárias e cárceres fora das normas jurídicas, humilhações e mortes não nos levará a parte nenhuma a não ser a mais terror: será uma espiral infernal para todos, mesmo para aqueles, os do “ter”, que pensam ter-se posto ao abrigo nos condomínios fechados ou outras torres de marfim...
Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre nasceu em Luanda em 1951. Em 1964 mudou-se para o Congo e, três anos mais tarde, para Bruxelas, onde estudou e residiu até 1985, altura em que veio para Portugal, país das suas origens paternas. É Doutor em Medicina pela Universidade Livre de Bruxelas, onde foi Assistente (Anatomia e Embriologia) e Especialista em Cirurgia Geral e Urologia.Foi administrador dos Médicos Sem Fronteiras - Bélgica e fundou, em Portugal, a AMI – Assistência Médica Internacional, à qual ainda preside. Participou como cirurgião em mais de duzentas missões de estudo, coordenação e assistência médica humanitária em mais de setenta países de todos os continentes.
A AMI – Fundação de Assistência Médica Internacional, é uma Organização Não Governamental portuguesa com estatuto jurídico de Fundação, privada, apolítica e sem fins lucrativos.
Desde a sua fundação, em Dezembro de 1984, pelo médico cirurgião urologista Fernando Nobre, que a AMI se assumiu como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência, tendo o Homem como centro de todas as suas preocupações.
