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segunda-feira, junho 09, 2008

Os Jogos Olímpicos e a China


Que as imagens nos ajudem a não esquecer!

segunda-feira, abril 28, 2008

Petição às autoridades chinesas sobre a pena de morte

Está a decorrer uma petição dirigida às autoridades chinesas relativa à pena de morte na China. A China tem o recorde de sentenças de pena de morte, que se aplica a 68 tipos diferentes de crimes. Por favor junte-se à AI nesta campanha e assine esta petição.

Tradução:
Uma moratória sobre a pena de morte foi recentemente adoptada nas Nações Unidas. A China estabeleceu uma regra para apresentar a um tribunal superior os casos de pena de morte. Mais passos na direcção certa seriam para a China:- Reduzir o número de crimes sujeitos a pena de morte, com reformas substanciais nos casos de crimes não violentos; - Publicar regularmente estatísticas oficiais do número total de sentenças de morte; - Dar acesso à informação administrativa e processual sobre o caso às famílias e advogados dos sentenciados à morte. Estas medidas deviam se tomadas antes da abertura dos Jogos Olímpicos, de modo a que o legado dos Jogos de Pequim fosse o da melhoria das questões de Direitos Humanos.

quinta-feira, abril 10, 2008

Dalai Lama apoia realização dos Jogos Olímpicos na China

"O líder espiritual dos budistas tibetanos, Dalai Lama, afirmou hoje no Japão que apoia a realização dos Jogos Olímpicos na China. "[notícia completa no Público]
A realização dos Jogos Olímpicos em Pequim tem que ser vista a partir de hoje como uma oportunidade. Uma oportunidade de expor ao Mundo a realidade chinesa e, acima de tudo, de abrir as portas do Mundo aos chineses. E este processo está já em curso. Por recomendação do COI, que apelou à existência de acesso livre à internet durante a realização dos Jogos Olímpicos, o governo chinês permitiu há poucos dias o acesso aos sites da BBC e da Wikipédia, duas das mais conhecidas páginas censuradas por Pequim. É certo que apenas as versões em inglês foram abertas, continuando as versões em chinês proibidas e com elas vedado o acesso à maior parte dos 210 milhões de cibernautas chineses. Apesar desta limitação, os chineses deparam-se perante a situação incomum de poder ler relatos da imprensa livre sobre acontecimentos no e sobre o seu próprio país. E esta “liberdade” pode ser um primeiro passo na consciencialização dos chineses sobre os actos criminosos do seu governo criando uma vontade esclarecida de mudança que vem de dentro e não é imposta por terceiros.
Os olhos do Mundo vão estar postos na China no próximo Verão. Aos atletas são proibidas afirmações políticas, mas não humanitárias. Aos outros não é proibido nada.
A presença de políticos de todo o Mundo na cerimónia de abertura é uma oportunidade única para passar a mensagem que a atitude perante os direitos humanos do governo chinês é inaceitável e que o Mundo não compactua com as suas actuações.

China recusa entrada de alta comissária da ONU no Tibete

Assim se mede a vontade de resolver problemas." A China rejeitou hoje o pedido de Louise Arbour, Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos do Homem, de se deslocar ao Tibete, avançou uma fonte da ONU, citada pela AFP.Após as violências de meados de Março, Arbour pediu, no final desse mês, autorização para se deslocar até Lhasa, indicou o seu porta-voz, Rupert Colville. As autoridades chinesas fizeram agora saber que essa visita não será possível neste momento, declarou à AFP a mesma fonte."
[Ler notícia completa no Público]

A China continua a perder a batalha da imagem



"Depois do caos em Londres e Paris foi ontem a vez de São Francisco, a mais chinesa das cidades americanas, protestar contra a repressão no Tibete. À hora do fecho desta edição, o jornal San Francisco Chronicle dizia no seu site que a tocha olímpica foi colocada num carro, em vez de ir passando pelas mãos de vários atletas, ao longo de um percurso de nove quilómetros, que foi alterado. A China continua a perder a batalha da imagem. Sobe a pressão sobre os políticos ocidentais para que boicotem a cerimónia de abertura. "