quinta-feira, fevereiro 13, 2014

Ajudem a impedir que um 'amo-te' se transforme em prisao perpetua


Caras amigas e amigos,
Amanhã, milhões de pessoas pelo mundo inteiro vão celebrar o amor com o dia de São Valentim, casais de sexos diferentes e do mesmo sexo vão dizer “amo-te”, abertamente, sem medo de perseguições nem de serem condenados. No Uganda não.
No Uganda quem ama alguém do mesmo sexo pode vir a ser condenado a pena perpétua, e todos os que defendam o direito humano de tal ser feito, todos os ativistas dos direitos da comunidade LGBTI, enfrentarão uma eventual pena máxima de sete anos de prisão.
É urgente unir esforços para impedir a promulgação da nova Lei Anti-Homossexualidade no Uganda. É urgente que todos assinem a petição da Amnistia Internacional, em que apelamos ao Presidente ugandês, Yoweri Museveni, para vetar esta lei e, com isso, afastar definitivamente do quadro legislativo do país a tentativa de institucionalizar a perseguição, o ódio e a discriminação homofóbica.
Yoweri Museveni tem até 22 de fevereiro, daqui a pouco mais de uma semana, para se pronunciar sobre a lei que foi aprovada há dois meses no Parlamento – então num agendamento feito às pressas e uma votação para a qual não estavam presentes todos os deputados.
Se o Presidente do Uganda voltar a enviar esta lei para a Assembleia sem tomar uma decisão sobre a mesma – promulgar ou vetar –, tal como o fez em meados de janeiro, o Parlamento fica então com o poder de a pôr em vigor, sem necessitar já do aval presidencial, se obter uma aprovação por maioria de dois terços dos votos.
Façam parte da vaga de contestação mundial para impedir a entrada em vigor da Lei Anti-homossexualidade no Uganda.
Ajudem a pressionar o Presidente Yoweri Museveni a vetar esta legislação. Assinem a petição: http://bit.ly/LoIN0x

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

V-day

O movimento global One Billion Rising vai voltar a levar a dança e a música às ruas de centenas de países em defesa da justiça e numa recusa da violência contra as mulheres, na sexta-feira, 14 de fevereiro, na segunda edição do V-Day, que, em Portugal, terá um grande evento em Lisboa.

Esta campanha mundial é um apelo a todas as mulheres que sobreviveram a atos de violência e a todos os que a amam para que, juntos, se reúnam em locais públicos e quebrem o silêncio através da dança, arte, desfiles e marchas, canções e recitais, e a partilha das suas histórias.

Em 2013, o V-Day envolveu mil milhões de pessoas em 207 países, exigindo o fim da violência contra mulheres e raparigas. Este ano, de novo a 14 de fevereiro, é feito o apelo a todos para que “se ergam, libertem e dancem” e, uma vez mais, reivindiquem a justiça e a segurança a que as mulheres têm direito.

Em Portugal, Lisboa tem concentração marcada para o Largo do Carmo, às 18h30, numa organização do V-Day em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e com o apoio de várias ONG, incluindo a Amnistia Internacional Portugal.
O V-Day nasceu de uma ideia da dramaturga norte-americana Eve Ensler, autora do best-seller “Os Monólogos da Vagina”, depois de uma visita a uma comunidade na República Democrática do Congo, onde as mulheres, frequentes vítimas de violência, curavam as feridas através da dança. “Comecei a pensar o que seria se mil milhões de mulheres, e todos os homens que as amam, dançassem no mesmo dia por todo o planeta”, explicou a escritora numa entrevista em 2013. A iniciativa foi logo naquele ano um enorme sucesso.
E em 2014, a organização do V-Day quer ir ainda mais longe.
Contamos convosco para fazerem parte desta iniciativa!

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

Nós, na Vagos FM!

http://www.mixcloud.com/vagosfm/direitos-humanos-com-tania-alves-06_02_2014/?fb_action_ids=532367783536929&fb_action_types=mixcloud%3Aupload&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

Nao deixe que a historia de Amina Filali se repita. Ajude as mulheres de Marrocos!

A legislação marroquina não protege as mulheres e crianças da violência física, psicológica e sexual.

Em março de 2012 Amina Filali, de 16 anos, suicidou-se após ter sido obrigada a casar com o homem que a tinha violado. Esta morte foi o rastilho para uma onda de contestação contra o artigo 475 do Código Penal de Marrocos que permitia que o homem que tivesse violado uma mulher não fosse condenado caso casasse com ela. 
A 22 de janeiro de 2014 o Parlamento mostrou que ouvia o povo marroquino e revogou este artigo, o que demonstra que a ação coletiva é essencial para se conseguirem mais vitórias neste campo.
 
Porque acreditamos que são possíveis mais mudanças, pedimos que se juntem ao apelo para que o Parlamento marroquino continue a revogar e a rever artigos discriminatórios e que protegem os perpetradores em vez das vítimas. Alguns exemplos recaem sobre a definição de violação que não obedece aos padrões internacionais de direitos humanos, sobre o não reconhecimento da violação no casamento como uma ofensa específica e sobre a distinção das vítimas de violação em função de serem ou não virgens. Os artigos 490 e 491, que criminalizam as relações sexuais fora do casamento entre pessoas adultas, têm feito com que muitas pessoas que são violadas tenham receio de apresentar queixas sob pena de serem julgadas à luz destes artigos.
 
Todos juntos conseguiremos a mudança para as vítimas de violência física, psicológica e sexual em Marrocos. 
Assine ainda hoje esta petição e será enviado um email em seu nome ao Primeiro-ministro marroquino Abdelilah Benkirane.
Your Excellency,
 
Amnesty International welcomes the unanimous vote by the Moroccan Parliament on the 22 January to repeal the provision in Article 475 of the Penal Code that allowed rapists to escape prosecution by marrying their victims.
 
I call on you to ensure that all remaining articles in Morocco’s Penal Code that discriminate against women and survivors of gender-based violence are repealed or amended. These articles include: 
Article 486 and its definition of rape, which does not reflect international human rights law and standards; 
Article 487, which does not recognize marital rape as a specific offence; 
Article 488, which distinguishes between victims of rape on the basis of whether they were virgins or not; 
Article 490 and 491, which criminalize consensual sexual relations between unmarried consenting adults. 
 
I further urge you to ensure these amendments are adequately implemented in practice, notably by providing adequate and effective gender-sensitive training for law-enforcement officials and judges. 
 
Yours sincerely

segunda-feira, janeiro 06, 2014

2013: os momentos que marcaram o ano da Amnistia Internacional Portugal

O ano de 2013 trouxe desafios de monta ao mundo, e em muitos celebrámos o sucesso de campanhas lançadas pela Amnistia Internacional que contaram com o apoio de milhares de pessoas a nível global e receberam uma mostra de forte ativismo também em Portugal . Noutros continuamos a trabalhar para, juntos, alcançarmos mais resultados positivos na defesa dos direitos humanos.

Veja o resumo aqui.

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Crónica "Ser ou ter?" Em plena época natalícia e a escassas semanas de terminar o ano, gostaria de repensar este desafio: Ser ou Ter? - Fernando Nobre, Presidente da AMI

Desafio gratuito? Debate e opção fúteis e inúteis? Escolha impossível? Penso que não. Será um desafio gratificante, julgo eu, se a opção "ser", a acertada para mim, for a escolhida; não é seguramente a mais fácil mas será aquela que, nos momentos derradeiros, mais nos realizará e nos reconfortará!
Acredito plenamente que o "ser" tem que se sobrepor ao "ter". Sei que não é o sentimento dominante neste século, preocupado com uma globalização essencialmente financeira e especulativa, pelo vírus da ganância alojado na mente de certos "yuppis" e de certas "empresas", por uma tecnologia que parece tudo explicar e dominar e por uma visão maniqueísta das relações humanas que pretende conduzir-nos para perigosos desvios militaristas, assim como para um choque de civilizações e religiões obsoleto, porque retrógrado, sem cabimento e sem esperança, causador de tanto sofrimento e morte.
O terrorismo e o combate que lhe está a ser travado são epifenómenos que decorrem das contradições e efeitos negativos quando o "ter", irrefletidamente, tem a pretensão e ousadia de se sobrepor ao "ser".
A guerra contra o terrorismo está enferma de inutilidade e morte porque manifestamente desadequada e incompleta: apenas feita de tiros, torturas, prisões arbitrárias e cárceres fora das normas jurídicas, humilhações e mortes, não nos levará a parte nenhuma a não ser a mais terror: será uma espiral infernal para todos, mesmo para aqueles, os do "ter", que pensam ter-se posto ao abrigo nos condomínios fechados e outras torres de marfim...
Meus amigos, há uns anos ouvi, no Centro de Convenções de Washington, o então presidente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento da Europa, Sr. Jean Roger Bovin, fazer uma análise da situação mundial que me reconfortou ainda mais na minha opção de pretender apenas "ser" e de lutar nesse sentido. Disse então o Sr. Bovin que "a pobreza impede o desenvolvimento social e o progresso", "que o crescimento económico não conduz obrigatoriamente ao desenvolvimento social" e que "o desenvolvimento social não é alcançado sem um investimento sério na saúde e na educação". Afirmou também que "a democracia e a miséria não podem coexistir" e que, por isso, "é fundamental investir no desenvolvimento social para se almejar ter democracia". E alertou para o facto da "Nova Ordem Mundial", sonhada pelo presidente George Bush (pai!), ter falido e se assistir a um aumento acelerado das disparidades! E mais, alertou também que previa para 2020 (amanhã!) que a África iria pôr no mercado de trabalho duas vezes mais jovens do que a Europa, EUA, Japão e Rússia, juntos, o que provocaria uma corrente migratória Sul/Norte nunca vista... Sábias observações e temíveis previsões... Pois é, eis o resultado que a aposta no "ter", estéril, produziu no nosso planeta: um crescimento económico sem desenvolvimento social integrado e global.
O "ter" é ilusão, é pura aparência, é efemeridade, é indiferença, é intolerância, é enfermidade, é solidão. O "ter" não tem esperança porque se esgota nele próprio, alimenta-se dele próprio exigindo sempre mais "ter"! Que saída para essa quadratura do círculo, para esse não senso que alguns tentam erguer em novo paradigma, querendo fazer-nos crer que é a única via para a resolução dos problemas da humanidade? Só há uma: inversão de marcha em direção ao "ser". Não é fácil, espera-nos muita frustração (tanto maior quanto menos "ser" houver...) e alguma satisfação, sobretudo aquela de sabermos que, no mais íntimo do nosso ser, estamos no caminho certo, na única via para a criação da Paz e da Harmonia entre os seres humanos.
"Ser" é humanidade, consciência social, livre arbítrio, liberdade, igualdade, fraternidade, solidariedade, cultura, preocupação ambiental, ecumenismo, tolerância, aceitação e preocupação do outro... Este é o meu pensamento, a minha opção, o testamento de um cirurgião que muitas vezes teve vidas entre as mãos, de um operacional que percorreu o Mundo e de um homem que sabe perfeitamente como é a morte e que gostaria de a enfrentar olhos nos olhos com o mínimo de angústia e medo. Só e apenas isso. Tentar "ser".
E se tentássemos todos?
Deixo-vos este desafio e aproveito para vos desejar, caros Amigos, um Feliz Natal e um 2014 determinado e tenaz pela construção de um Mundo mais justo e harmonioso, em que o "Ter" possa dar lugar ao "Ser".


Ler mais: http://visao.sapo.pt/ser-ou-ter=f762812#ixzz2oxIWSJSu

segunda-feira, dezembro 23, 2013

Feliz Natal a tod@s!


Tortura e execuções sumárias nas prisões secretas controladas por grupos rebeldes na Síria

Espancamentos, chicotadas e execuções sumárias são práticas comuns nas prisões secretas controladas pelo grupo armado Estado Islâmico do Iraque e de Al-Sham (ISIS), que domina vastas áreas no Norte da Síria, apurou a Amnistia Internacional.
No relatório divulgado esta quinta-feira, 19 de dezembro, e intitulado “Rule of fear: ISIS abuses in detention in northern Syria” (“A lei do medo: os abusos do ISIS nas prisões no Norte da Síria”), é relatado como o ISIS tem vindo a violar sistematicamente os direitos das populações residentes naquelas regiões. O grupo defende a aplicação estrita da sharia (lei islâmica).
“Há até crianças de oito anos entre as pessoas que são raptadas e presas pelo ISIS. E estas crianças são mantidas junto com as populações de adultos detidos nas mesmas condições cruéis e desumanas”, aponta o diretor da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e Norte de África, Philip Luther.

A Amnistia Internacional insta o ISIS a pôr fim ao tratamento desumano daqueles que mantém presos e apela aos líderes do grupo a darem instruções claras às suas forças para respeitarem os direitos humanos e cumprirem as leis de direitos humanos.
E pede à comunidade internacional que tome medidas concretas para bloquear o fluxo de armas e outros fornecimentos de apoio ao ISIS, assim como a outros grupos armados envolvidos em crimes de guerra e outras violações sérias dos direitos humanos. O Governo turco, em particular, tem de assegurar que o seu território não é usado pelo ISIS para aceder a armas e recrutas para os combates na Síria.
Da mesma forma, "os países do Golfo que têm expressado apoio aos grupos armados que combatem o Governo sírio têm de agir de maneira a travar o fluxo de armas, de equipamento e de outros abastecimentos que estão a chegar ao ISIS, face aos inegáveis e chocantes abusos e violações de direitos humanos cometidos”, alerta Philip Luther.

Uganda e a lei sobre homossexualidade

http://www.amnesty.org/en/news/uganda-anti-homosexuality-bill-must-be-scrapped-2013-12-20

terça-feira, dezembro 03, 2013

Próxima paragem: Vagos!


Esta manhã na Escola Secundária de Anadia!

Venho agradecer à escola secundária de Anadia, à professora Cristina, restantes professores e todos os alunos pela sessão de hoje.
Fui muito bem recebida, o debate que se gerou foi muito interessante, trouxe muitas cartinhas assinadas, que serão enviadas pela sede da AI para os seus destinatários, e ainda uma expressa vontade de formar um grupo de estudantes activistas da Amnistia Internacional na vossa Escola! Fantástico!
Assim sendo, volto a disponibilizar-me para ajudar na concretização dessa ideia.
Contem comigo.
Obrigada e até breve!
 
Tânia Alves

terça-feira, novembro 26, 2013

Acções pelas escolas, preparando o aniversário da DUDH!

Boa noite!
Caros/as Professores/as,
o grupo de Aveiro já está mobilizado para a preparação da Maratona de Cartas.
Assim, já temos sessões agendadas para a próxima semana com o agrupamento de escolas de Vagos e com o agrupamento de escolas de Anadia.
Ainda assim, continuamos abertos a ir a v/ escola debater os Direitos Humanos com os vossos jovens!
Contacte-nos!

Tânia
A diretora da Amnistia Internacional Portugal, Teresa Pina, vai estar hoje à noite no 5 para a Meia-Noite, na RTP1, programado para as 22h49, onde vai falar do Live Freedom II e da grande iniciativa anual da AI pelos direitos humanos – a Maratona de Cartas.

O programa, esta noite a cargo de José Pedro Vasconcelos, conta também com a presença de Sérgio Godinho, um dos cantores que vão estar em palco no Teatro Tivoli a 10 de dezembro.

sexta-feira, novembro 22, 2013

Maratona de Cartas 2013

Car@s amig@s,
É chegada a altura da Maratona de Cartas, o maior evento de direitos humanos organizado pela Amnistia Internacional.
Convidamos todas as estruturas a realizarem a Maratona de Cartas. O ano passado conseguimos 42,806 cartas. Este ano vamos bater este recorde e fica lançado o desafio de uma dobradinha :)

Para mais informações, contactem-nos!

quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Veja abaixo a lista das mulheres que receberam o prêmio da Paz.


1905 - Bertha Sophie Felicita von Suttner, baronesa austríaca que escreveu o livro "Lay down your Arms" contra a guerra, e era presidente honorária do Bureau Permanente da Paz Internacional.
1931 - Jane Addams, americana dedicada à filantropia, que organizou trabalhos sociais em Chivago e foi presidente da Liga Internacional das Mulheres para Paz e a Liberdade.
1946 - Emily Greene Balch, pacifista americana e presidente honorária da Liga Internacional das Mulheres para Paz e a Liberdade.
1976 - Betty Williams e Mairead Corrigan, líderes da Comunidade das Pessoas Pacíficas, movimento para encerrar a violência sectária na Irlanda do Norte.
1979 - Madre Teresa de Calcutá.
1982 - Alva Mydral, ministra sueca do desarmamento.
1991 - Aung San Suu Kyi, ativista detida em Mianmar.
1992 - Rigoberta Menchu, defensora dos direitos humanos na Guatemala.
1997 - Jody Williams, americana, coordenadora da Campanha Internacional para Banir Minas Terrestres.
2003 - Shirin Ebadi, advogada iraniana defensora dos direitos humanos.
2004 - Wangari Maathai, ambientalista queniana.
2011 - Ellen Johnson-Sirleaf, presidente da Libéria; Leymah Gbowee, ativista liberiana; e Tawakkul Karman, jornalista e ativista iemenita.

Amnistia Internacional insta a Rússia a não bloquear os esforços para pôr termo às atrocidades na Síria

A Amnistia Internacional considera que a Rússia não deve bloquear os esforços internacionais para lidar com a violência e violações de direitos humanos na Síria, numa altura em que decorrem negociações para a resolução do Conselho de Segurança sobre a Síria.
As autoridades russas ameaçaram vetar a resolução se chegar a voto.


Sendo o maior fornecedor estrangeiro de armas para a Síria, a Rússia tem continuado a enviar carregamentos de armas para o país nas últimas semanas, mesmo após os observadores da Liga Árabe terem denunciado contínuas violações dos direitos humanos levadas a cabo pelas forças de segurança Sírias.

A Amnistia quer que a resolução do Conselho de Segurança submeta a situação na Síria ao Procurador-Geral do Tribunal Penal Internacional (TPI), que imponha um embargo ao fornecimento de armas à Síria e congele os bens e activos no estrangeiro do Presidente Bashar al-Assad e de outros elementos proeminentes do regime.


Peça à Rússia que não vete uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que tem como objetivo impedir a entrada de armas no país, responsabilizar os perpetradores de violações de direitos humanos e proteger os civis.