domingo, novembro 22, 2009
Alerta - Não à impunidade de Al Bashir
“A Dinamarca precisa de tornar claro que irá prender o presidente al Bashir caso ele se desloque a Copenhaga” disse Christopher Keith Hall, Conselheiro Jurídico Sénior da Amnistia Internacional.
“O Tribunal Penal Internacional precisa da cooperação dos seus estados membros. Sob o Estatuto de Roma, que estabelece o Tribunal Penal Internacional, a Dinamarca tem a obrigação de prender e entregar ao TPI qualquer pessoa que esteja no seu território e que seja sujeito a um mandato de captura emitido pelo Tribunal Penal Internacional.”
“A Dinamarca pode e deve demonstrar a sua liderança em trazer alegados perpetradores dos piores crimes de justiça ao demonstrar o seu dever em efectuar a sua prisão” disse Christopher Keith Hall.
A Amnistia Internacional recebeu esta informação durante uma reunião de estados membros do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.
O TPI emitiu um mandato de captura ao presidente al Bashir por crimes de guerra e crimes contra a humanidade no Darfur no princípio deste ano.
www.kulturopa.dk

A Kulturopa é uma pequena produtora cinematográfica independente que produz curtas-metragens, documentários e filmes de arte.O seu objectivo é fazer projectos que promovam o diálogo e a compreensão entre as diferentes culturas. Acreditam que podemos mudar o mundo e querem fazer projectos que marquem a diferença.
quinta-feira, novembro 19, 2009
A não perder...
de Mia Degner
Documentário, 22:00 min, Dinamarca/Roménia/Portugal 2009. Romeno c/legendas em inglês.
Claudia e Alex são dois jovens romenos. Ambos nutrem o sonho de ter uma família; uma vida completamente normal.
No documentário “Heart, keep beating” contam-nos a sua luta para ter uma vida “normal” depois de terem crescido num orfanato e sido infectados com HIV desde a sua infância.
exibição do filme e debate com a presença da realizadora
Organização: Associação Oficinas Sem Mestre e Grupo de Aveiro da Amnistia Internacional/Portugal
www.heartkeepbeating.eu
Sala Vermelha do Mercado Negro
22H Entrada Livre
quarta-feira, novembro 18, 2009
Relatório-apelo ao governo moçambicano
No relatório “Já não acredito na justiça – Obstáculos à justiça em casos de homicídios praticados pela polícia em Moçambique”, lançado no dia 16 de Novembro, a organização apela ao Governo moçambicano para que deixe claro a todos os elementos do corpo da polícia que o uso excessivo de força e os assassinatos não serão tolerados.
Desde Janeiro de 2006 já foram assassinadas, pelo menos 46 pessoas pela polícia em Moçambique.
A Amnistia Internacional também apelou às autoridades para que garantam que as famílias recebem as devidas indemnizações pelas suas perdas.
“As famílias das vítimas enfrentam desafios quase intransponíveis e só os mais persistentes e com mais recursos financeiros têm sido capazes de obter pequenas medidas de justiça. A maioria é deixada sem justiça pela perda de seus familiares,” afirmou Erwin van der Borght, Director do Programa da Amnistia Internacional para África.
"Pior ainda, o governo parece ter permitido e até incentivado que uma série de obstáculos sejam colocados no caminho das famílias das vítimas que procuram justiça".
As recomendações apresentadas no relatório incluem:
- A polícia deve ter acesso a meios alternativos para lidar com situações potencialmente violentas, de modo que a força utilizada seja proporcional;
- A polícia deve ser treinada em técnicas para diminuir as tensões e evitar o uso da força, salvo se estritamente necessário;
- As autópsias devem ser realizadas imediatamente em todos os casos de morte decorrentes da utilização de armas de fogo ou de força por parte da polícia;
- Os queixosos, as testemunhas, os advogados, os juízes e outros envolvidos na investigação das acções policiais devem estar protegidos contra a intimidação e represálias.
Divulgação dos novos livros de um nosso amigo...
segunda-feira, novembro 16, 2009
ALERTA GLOBAL: Ouça muitas e muitas informações sobre as campanhas da Amnistia Internacional no Rádio Clube Português.
13-11-09 Suicídios nas Prisões Portuguesas, por Pedro Krupenski.
12-11-09 Intenções da China na ajuda a países africanos, por Teresa Nogueira
11-11-09 Julgamento de Charles Taylor na Libéria
10-11-09 Gacaca, modelo de justiça tradicional do Ruanda, por Ana Monteiro
09-11-09 Maria Ângela Pires, Amnistia Internacional
06-11-09 Teresa Nogueira - Presos Políticos na China
05-11-09 Pedro Krupenski
04-11-09 Vítor Nogueira
03-11-09 Genocídio no Ruanda, com Ana Monteiro
02-11-09 Dia das Nações Unidas
30-10-09 Apelo ao ayatollah Ali Khomeini para a libertação imediata dos críticos ao processo eleitoral no Irão
29-10-09 O fenómeno dos Peticionários na China
28-10-09 Tribunal Especial da ONU para a Serra Leoa
27-10-09 Campanha contra a mutilação genital feminina na Europa
26-10-09 Julgamento de Radovan Karadzic
Para ouvir, basta clicar aqui!
domingo, novembro 15, 2009
Apelo nacional em nome de sete sarahauis
Ao Embaixador do Reino de Marrocos em Portugal, ao Ministro dos Negócios Estrangeiros Português, ao Presidente do Parlamento Europeu, ao Presidente da Comissão Europeia, ao Secretário-geral das Nações Unidas e ao Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas na MINURSO
PELA LIBERTAÇÃO DOS SETE ACTIVISTAS DOS DIREITOS HUMANOS SAHARAUIS
No passado dia 8 de Outubro, sete activistas de direitos humanos saharauis foram detidos pela polícia marroquina, em Casablanca, quando regressavam de uma visita aos acampamentos de refugiados saharauis em Tinduf (Argélia).
A detenção foi ordenada sob a acusação de traição à pátria e de atentado contra a soberania e integridade territorial de Marrocos, ao serviço de outro país. Nos últimos 20 anos, esta é a primeira vez que activistas Saharauis enfrentaram um Julgamento em Tribunal Militar, que poderá aplicar a pena capital. Estas prisões inscrevem-se numa longa lista de violações dos direitos humanos, perpetradas pelo Reino de Marrocos contra a população Saharaui que, importa não esquecer, vive sob ocupação há mais de 35 anos.
Os abaixo-assinados expressam a sua profunda indignação e condenação destes acontecimentos.
Denunciam a intensificação da repressão marroquina nos territórios ocupados e as práticas de sequestros, perseguições, torturas, prisões arbitrárias e desaparecimentos, contra activistas e população Saharaui em geral, que lutam pelo reconhecimento dos direitos inalienáveis do seu povo.
Apelam às Nações Unidas que assumam competências de protecção dos direitos humanos nos territórios ocupados, nomeadamente através da ampliação do mandato da MINURSO.
Exigem a libertação imediata e incondicional dos sete activistas dos direitos humanos saharauis.

Ali Salem Tamek, Secretário-geral do Colectivo de Defensores Saharauis dos Direitos Humanos (CODESA);
Brahim Dahan, Presidente da Associação Saharaui de Vítimas de Graves Violações dos Direitos Humanos (ASVDH);
Rachid Sghaïr, Activista do Comité Contra a Tortura de Dajla,
Nassiri Hamadi, Secretário-Geral do Comité Saharaui para a Defesa dos Direitos Humanos em Smara e presidente da AMDH secção Smara Chapter;
Yehdih Terruzi, Membro da Associação Marroquina dos Direitos Humanos (AMDH), secção El Aaiún;
Saleh Loubeihi, presidente do Fórum para a Protecção da Infância Saharaui, membro da CODESA e da AMDH;
Degja Lechgar, activista e dirigente da ASVDH.
Instam o Governo Português, a União Europeia e as Nações Unidas a reclamar das autoridades marroquinas a libertação imediata e incondicional dos sete activistas e dos demais prisioneiros políticos saharauis.
Apelam a todas as portuguesas e portugueses a agirem em prol da paz e defesa dos direitos humanos.
Assinaturas:
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Amnistia Internacional – Portugal
Movimento Democrático de Mulher
CGTP – IN
“Voz do Operário”
Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental
Juventude Socialista
FENPROF – Federação nacional dos Professores
URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses
UMAR – União das Mulheres Alternativa e Resposta
CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
FECTRANS – Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações
Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência
Comissão de Paz do CPPC de Beja
Comissão de Paz do CPPC do Seixal
JOC – Juventude Operária Católica
Almada pela Paz
Colectivo Estudantes Pela Paz
Juventude Comunista Portuguesa
Obra Católica Portuguesa de Migrações
Comité de Solidariedade com a Palestina
Sindicato dos Professores da Região Centro
STIMMDVC -Sindicato dos Trabalhadores Metalurgia e Metalomecânica Distrito de Viana do Castelo
Associação Fronteiras – Associação para a Defesa dos Direitos e Liberdades Democráticas
Sindicatos dos Trabalhadores da Pesca do Norte
ASEH – Associação de Solidariedade com Euskal Herria
Associação de Amizade Portugal-Cuba
Associação de Solidariedade Académico de Leiria
Associação de Solidariedade de Leiria
Associação Cultura e Juventude – Leiria
Grupo de Escalada de Leiria
Associação Juvenil Ambiente e Património
Federação de Associações Juvenis do Distrito de Leiria
Sinorquifa, Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Norte
União dos Sindicatos do Porto/CGTP-IN
Associação Iúri Gagárin
União dos Sindicatos de Lisboa
SNTCT – Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e telecomunicações
Interjovem Lisboa
STIV – Sindicatos dos Trabalhadores da Indústria Vidreira
ACED – Associação Contra a exclusão pelo Desenvolvimento
Sindicato Nacional dos Trabalhos do Sector Ferroviário
SINTTAV
Tribunal-Iraque – Audiência Portuguesa
FEDERACION DE MUJERES CUBANAS
Confederação Portuguesa dos Quadros técnicos e Científicos
CNOD – Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes
FESAHT
Partido Comunista Português
Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Norte
Associação Barca da Vida
FAR – Frente Anti-Racista
Sindicato dos Trabalhadores das Indústria de Celulose, Papel, Gráfica e Imprensa
Sindicato Dos Trabalhadores Da Indústria Metalúrgica E Metalomecânica do Distrito de Lisboa, Santarém E
Castelo Branco
Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e dos Açores
Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro
SIESI – Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas
SINQUIFA – Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Centro, Sul e Ilhas
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul
STAL – Setúbal
URAP – Delegação de Setúbal
Associação 25 de Abril
União dos Sindicatos de Braga
SINTAB – Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de
Portugal
STEFFAS – Sindicato dos Trabalhadores dos Estabelecimentos Fabris das Forças Armadas
CIL
STAL – Sindicatos dos Trabalhadores da Administração Local
STML – Sindicatos dos Trabalhadores do Município de Lisboa
STAV – sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades
diversas
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de CERÂMICA, Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas
Grupo de Teatro “A Barraca”
Escola Profissional Almirante Reis
Academia de Estudos Laicos e Republicanos
Associação contra a Exclusão pelo Desenvolvimento – ACED
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto – CPCCRD
CPQTC – Confederação Portuguesa dos Quadros Técnicos e Científicos
Revista Latitudes – Paris
SPZS – Sindicato dos Professores da Zona Sul
Partido Ecologista "Os Verdes”
Sindicato Nacional dos Psicólogos – SNP
Associação Portuguesa para a Prevenção da Tortura – APPT
Teatro de Pesquisa e Arte "MANDRÁGORA"
SINTAF – Sindicato dos Trabalhadores das Actividades Financeiras
Ecolojovem «Os Verdes»
União de Sindicatos de Setúbal – CGTP-IN
A União dos Sindicatos de Coimbra /CGTP-IN
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas do Sul
Junta de Freguesia de Santo Estêvão
Plataforma Internacional de Juristas por Timor
CIDAC – Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral
ICE – Instituto das Comunidades Educativas
Médicos do Mundo
Engenho & Obra, Associação para o Desenvolvimento e Cooperação
Junta de Freguesia da Quinta do Anjo
Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino – AEPGA
Associação Move-A-Mente
Casa do Alentejo
Núcleo em Portugal do Partido dos Trabalhadores (Brasil)
Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Eléctricas do Norte e Centro
Federação Nacional da Função Pública
Associação de Acção de Reformados do Barreiro
Comissão Moradores – Bairro 3 – Alto do Seixalinho, Barreiro
Grupo Desportivo "O Independente" – Santo André – Barreiro
SINQUIFA – Delegação Regional de Setúbal
SIRB – "Os Penicheiros" (Barreiro)
Comissão Sindical dos Trabalhadores da Autarquia do Barreiro (STAL)
Direcção Regional do Barreiro dos Trabalhadores do Sector Ferroviário
Grupo Desportivo Cultural "Estrela Negra" – Barreiro
Futebol Clube Silveirense – Barreiro
Liga dos Amigos dos Hospitais
Cooperativa Cultural Alentejana
Clube Estefânia
ADDHU – Associação de Defesa dos Direitos Humanos
ACEP – Associação para a Cooperação Entre os Povos
Agua Triangular – Ambiente, Desenvolvimento e Território
Mó de Vida – Cooperativa de Comércio Justo
INCOMUNIDADE
Associação “Pais para Sempre”
Associação Seres
ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária
Universidade Popular do Porto
Associação Cidadãos do Mundo
Fundação Gonçalo da Silveira
sexta-feira, novembro 13, 2009
quinta-feira, novembro 12, 2009
Tertúlia "Vidas Pessoais das Crianças: Trajectórias e (Des)Encontros" - Hoje, pelas 21h, na livraria do Glicínias.

10.º Campo de Trabalho da Amnistia Internacional Portugal
Colónia de Férias da Praia Azul – Torres Vedras
Programa
28 de Novembro
13h00 – Recepção aos participantes:
- Entrega de materiais e identificação
- Check-in / Alojamento
15h00 – Sessão de Abertura
- Representante da Amnistia Internacional
- Representante da Câmara Municipal de Torres Vedras
15h30 – Apresentação do Campo
16h45 – Sessão a) Amnistia Internacional – Visão e Missão
Sessão b) O Campo de Trabalho e o Activismo nas Escolas
18h00 – Trabalho prático: “Publicitar a AI”
19h30 – Jantar
21h00 – Noite de Jogos
29 de Novembro
10h00 – Sessão Pena de Morte: “Assembleia Geral da ONU”
13h00 – Almoço
14h30 – Sessão Não-Discriminação
a) Orientação Sexual – Rede ex aequo
b) Género – Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens
c) Racismo e Xenofobia – NAKI – Nossa Associação Kalons Íntegros
17h00 – Apresentação dos Workshops Sessão Não-Discriminação / Actividade prática
17h45 – Preparação da Festa Multicultural
20h00 – Jantar
21h30 – Festa Multicultural
30 de Novembro
10h00 – Activismo
11h30 – Activismo (Prática) – Elaboração de um plano de Acção Trimestral
13h00 – Almoço
14h45 – Sessão Dignidade
- Introdução à Campanha “Exija Dignidade”
- Visionamento de Filme
- Debate com Tatiana Moura, do Núcleo de Estudos para a Paz do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
19h30 – Jantar
21h30 – Evento com Câmara Municipal Local – “Cidades para a Vida”
- acção simbólica junto do pelourinho
- concertos com bandas locais
01 de Dezembro
09h30 – Peddy Paper
11h00 – Avaliação
12h30 – Almoço
14h00 – Desmobilização
Uma iniciativa da
Amnistia Internacional
Com o apoio da
Câmara Municipal de Torres Vedras
segunda-feira, novembro 09, 2009
Actualidade: Projecto líder na Europa sobre violência doméstica, pela Faculdade de Medicina da Univ do Porto.
O coordenador do projecto DoVE diz que quer perceber o que se passa na comunidade das "pessoas normais, pessoas como nós". Os porquês deverão ficar de fora deste estudo. "Não vamos fazer uma análise qualitativa. Perde-se muito tempo e ganha-se pouca informação", argumenta.
Os dados vão permitir saber qual a frequência do problema da violência nos vários países europeus, possibilitar comparações e estabelecer uma relação mais ou menos directa com os problemas de saúde associados. Mas há mais. O DoVE permitirá uma melhor percepção da expressão da violência de género, uma avaliação quantitativa da violência contra os homens, analisar o que se passa no mundo das relações homossexuais.
Leia a noticia completa aqui.
quinta-feira, novembro 05, 2009
O Grupo de Aveiro da Amnistia Internacional adere à Marcha Mundial pela Paz e Não Violência, que passa por Aveiro no próx sábado! Venha daí connosco!

Local: Rossio
14:00 - Exposição dos trabalhos elaborados pelos alunos de escolas aderentes
14:15 - Ateliês de actividades e pinturas faciais
14:30 - Contos por Helena Borboleta
16:00 - Tuna do Colégio Português
16:45 - Aula Kid’s Fit & Fun
Local: Casa Municipal da Cultura, Edifício Fernando Távora
Sala de Exposições (R/c):
18:00 - Exposição de artes plásticas de Artistas conceituados
- Exposição de flâmulas e trabalhos de filatelia
Salão Cultural (2º andar):
21:00 - Debate com a participação de D. Ximenes Belo, Bispo Emérito de Dili e Nobel da Paz 1996 “Perspectivas sobre Paz e Não-violência”, precedido de um momento musical
Local. Estação da Luz
23:00 - Festa Marcha Mundial/ Bad Girl’s
Sábado, 7 de Novembro: AVEIRO
Local: Estação de Comboios
15:00 - Concentração e Recepção da MM. Largada de balões. Início da Marcha de Rua, a pé e de Buga, percorrendo a Av. Lourenço Peixinho (da Estação ao Rossio) acompanhada pela Fanfarra e Gaiteiros de S. Bernardo com desfile das bandeiras elaboradas pelos alunos de escolas aderentes
Local: Rossio
16:30 - Actividades com os escuteiros
- Desporto para todas as idades com Fit & Fun
18:00 - Conversas Soltas
Mais informações em www.marchamundialpt.org
A violação como arma de guerra no Ruanda
O genocídio ocorrido no Ruanda há 15 anos vitimou, segundo estimativas oficiais, 800 mil Tutsis e Hutus moderados. As vítimas deste genocídio não foram apenas os ruandeses mortos mas também os sobreviventes que carregam até hoje as marcas físicas e psicológicas de um dos maiores atentados à humanidade, especialmente as mulheres que foram sujeitas a violações sistemáticas e planeadas. As estimativas situam-se entre 250 mil a meio milhão de ruandesas violadas segundo o Relator Especial da Comissão dos Direitos Humanos das Nações Unidas.A violação usada como arma de guerra tornou-se prática comum em vários conflitos, por exemplo no Darfur e na República Democrática do Congo, e deixa um rasto de degradação e sofrimento que é herdado pelas gerações futuras principalmente quando as mulheres são infectadas com o VIH SIDA. Um ataque à mulher simboliza, em certas culturas, um ataque à comunidade inteira e, em alguns casos, as mulheres são excluídas pela sua família e pela sociedade, especialmente quando as violações resultam em gravidezes indesejadas. Isoladas e vivendo na pobreza, muitas das vezes doentes com SIDA, estas são mulheres que precisam urgentemente de apoio e de capacitação para conseguirem sair da pobreza e fazerem a transição de vítimas para sobreviventes.
quarta-feira, outubro 28, 2009
Escravizados, roubados e acorrentados
Este não é o primeiro caso de escravatura com portugueses em Espanha, em Abril de 2005, um outro foi muito falado na região de La Rioja (foto).
A história desta investigação iniciou-se em 2007, quando um dos homens que tempos antes aceitara ir trabalhar para Espanha regressou à sua terra, faminto e assustado. Haviam-lhe prometido cama, mesa e roupa lavada mas o que recebeu foi fome, encarceramento, agressões e insultos. Do equivalente ao ordenado mínimo com que lhe haviam acenado, apenas em duas ou três ocasiões teve oportunidade de ver uns parcos euros."
domingo, outubro 25, 2009
quarta-feira, outubro 21, 2009
Em Matosinhos... a não perder!
Dia 23 de Outubro, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Matosinhos, às 21h30.Na sequência do Dia Europeu contra o Tráfico de Seres Humanos, o Grupo de Matosinhos da Amnistia Internacional organiza uma palestra sobre o tema, tendo como convidada a Dra. Rita Moreira, da Associação para o Planeamento da Família (APF).
Lançamento do Relatório sobre Pobreza (parceria com a REAPN e o Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações do ISEG)
As conclusões fazem parte de um inquérito sobre «Percepções da pobreza em Portugal», realizado pela Amnistia Internacional Portugal e divulgado esta terça-feira, que conclui que 77% dos portugueses inquiridos têm pouca ou nenhuma esperança na recuperação de situações de pobreza.
segunda-feira, outubro 19, 2009
sábado, outubro 17, 2009
Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
A Amnistia Internacional vai realizar no Sábado, 17 de Outubro, uma acção simbólica que pretende alertar os cidadãos para o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza que se comemora nessa data.No Largo do Chiado, em Lisboa, vai encontrar um painel representativo de uma situação de pobreza em que vivem muitas pessoas. Escreva a sua mensagem num post-it e cole no mural. O objectivo é tapar a imagem representativa desta realidade com mensagens relativas ao tema, acabando assim de forma metafórica com a pobreza.
quarta-feira, outubro 14, 2009
De defensor da pena de morte a inocente condenado: conhece a história de Joaquín Martínez

Leia a entrevista completa no Público
Não perca as conferências em Lisboa, Porto e Coimbra!
sexta-feira, outubro 09, 2009
"Casa das Assinaturas" - junta o teu nome

Algumas destas “casas” serão apresentadas aos líderes Africanos cuja influência pode pôr um fim aos desalojamentos forçados na região. Outras serão enviadas aos activistas de direitos humanos Africanos em solidariedade com o seu trabalho, muitas vezes levado a cabo num clima de repressão.
A AI Portugal convida-o a assinar esta petição em nome das mais de 10,000 famílias vítimas de desalojamento forçado em Angola, desde 2001. Quando reunirmos 10,000 assinaturas, estas serão entregues ao Embaixador de Angola em Portugal. A data da entrega depende de si! E o tempo urge para estas 10,000 famílias!"
Junta o teu nome à casa das assinaturas!
quinta-feira, outubro 08, 2009
Primeira condenação à morte de um dos manifestantes de Teerão - PUBLICO.PT
Um tribunal iraniano condenou à morte um homem que participou nas manifestações que rodearam as presidenciais de Junho, informou o site reformista Mowjcamp. Esta é a primeira notícia sobre a imposição da pena capital contra aqueles manifestantes pró-oposição.
Mohammad-Reza Ali-Zamani ficou a saber na segunda-feira da decisão do juiz, adiantou a mesma fonte. Não são conhecidos os detalhes das acusações que pendiam sobre ele, mas em Agosto a agência semi-oficial Mehr adiantara que Ali-Zamani estava a ser acusado de ter lutado contra o sistema islâmico e que era membro activo de uma associação monárquica “terrorista”, entre outros crimes. Também não há, até agora, comentários das autoridades iranianas à condenação."
quarta-feira, outubro 07, 2009
Estatísticas assustadoras sobre abuso sexual de menores são publicadas em relatório da UNICEF
"Entre cinco por cento e 10 por cento das raparigas e cinco por cento dos rapazes que vivem nos países industrializados são vítimas, em certo momento da sua infância, de abuso sexual com penetração. A estimativa é apresentada num relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) hoje divulgado.
“Um número três vezes maior de crianças sofre alguma forma de abuso sexual”, relata o documento que tem como título: “Progresso para as crianças: um balanço da protecção da criança”.
Os estudos citados traçam um cenário negro. “A cada ano, pelo menos quatro por cento das crianças dos países industrializados são vítimas de maus-tratos físicos e uma em cada dez é vítima de negligência ou maus-tratos psicológicos.” Em 80 por cento dos casos, os agressores são os seus pais ou tutores.
Em muitos destes países, uma larga maioria dos adultos continua a achar que os castigos corporais são aceitáveis. E aplicam-nos. A pobreza, os problemas de saúde mental, os baixos níveis de escolaridade, o consumo de drogas e álcool e um historial de violência na infância são alguns dos factores associados às famílias abusadoras."
Contra a pena de morte....
Troy Davis, há 18 anos no corredor da morte, irá receber o músico no dia 26 de Setembro, "Vou à Geórgia com a Amnistia Internacional para me encontrar com aquele homem notável e com a sua família; para lhe demonstrar o meu apoio e tentar chamar a atenção sobre o seu caso e para o facto do terrível efeito de continuar a executar pessoas em nome da justiça.", afi
rmou Richard Hughes.Condenado em 1991 pelo assassinato de um agente da polícia, Troy Davis sempre clamou a sua inocência. O ano passado esteve a duas horas de ser executado mas em Agosto deste ano o Supremo Tribunal Americano decidiu que deveria ser realizada uma nova audiência, uma vez que as autoridades nunca apresentaram a arma do crime ou qualquer prova física que ligasse Troy ao crime e sete das testemunhas que o indicavam como culpado, sob julgamento, alteraram o seu depoimento.
A Amnistia Internacional está a promover uma petição a favor de Troy Davis "Queremos que o maior número possível de pessoas assine a petição a favor de Troy. É fundamental que as autoridades da Geórgia saibam que as pessoas sentem a injustiça da situação de Troy Davis.", afirmou Kim Manning Cooper, responsável da campanha "Contra a Pena de Morte" da secção britânica da Amnistia Internacional.
sábado, outubro 03, 2009
quinta-feira, outubro 01, 2009
Estudo científico indica que a tortura não é eficaz para convencer o interrogado a dizer a verdade
A resposta de O'Mara é simples: é totalmente errado alegar que a verdade sai da boca dos torturados. Os argumentos nesse sentido não passam de psicologia barata, de neurobiologia de café, e não resistem ao escrutínio científico à luz da neurociência moderna. Porquê? Porque pela sua natureza extrema, tais métodos de interrogatório perturbam profundamente o funcionamento e até danificam fisicamente os centros cerebrais implicados nos processos da memória humana. Ou seja, destroem a capacidade de os torturados se lembrarem do que sabem, dificultando precisamente aquilo que os torcionários pretendem: obrigá-los a revelar os planos secretos de futuros atentados."
segunda-feira, setembro 21, 2009
domingo, setembro 06, 2009
sábado, setembro 05, 2009
Para quem não chega o argumento de que ninguém tem o direito de condenar outrem à morte ...
É um choque para o sistema judicial e um precedente para um país que administra anualmente, em média, a injecção mortal a 50 condenados.
Ler a notícia completa no Público
quinta-feira, agosto 27, 2009
Participa nesta webaction! NÓS podemos fazer a diferença..
Os Governos usam os desaparecimentos forçados como uma forma de repressão para silenciar e eliminar a oposição política, assim como para perseguir grupos étnicos, religiosos e políticos. Para combater esta grave violação dos Direitos Humanos a 20 de Dezembro de 2006 a Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a Convenção Internacional para a Protecção de Todas as Pessoas Vítimas de Desaparecimentos Forçados.
Esta Convenção obriga os Estados a responsabilizar criminalmente qualquer pessoa envolvida num desaparecimento forçado; reconhece às famílias o direito a saber a verdade sobre o paradeiro da pessoa desaparecida e obterem uma indemnização: também requer aos Estados que instituam medidas de salvaguarda para pessoas privadas da sua liberdade; que investiguem o paradeiro das pessoas desaparecidas e, no caso de estarem mortas, localizarem, respeitarem e entregarem os restos mortais à sua família.
Esta convenção irá entrar em vigor quando for ratificada por 20 países. A Nigéria foi o 13º país a ratificar este documento no dia 27 de Julho de 2009. São necessárias mais sete ratificações. A Amnistia Internacional está a fazer campanha para que esta Convenção entre em vigor o mais depressa possível e acredita que será possível até ao final de 2009.
Actualmente a Amnistia Internacional está a fazer campanha junto de dez países para que estes ratifiquem a Convenção e são eles, Burundi, Cabo Verde, Costa Rica, Líbano, Marrocos, Paquistão, Paraguai, Portugal, Sérvia e Timor Leste.
A Amnistia Internacional Portugal solicita a todos os seus membros, apoiantes e simpatizantes para se juntarem e assinarem a petição de modo a pressionar o Governo Português a ratificar esta Convenção o mais breve possível.
Contamos consigo!
segunda-feira, agosto 17, 2009
Este Verão, não se esqueça do povo do Darfur!
Para conhecer melhor o drama humanitário de Darfur, clique aqui.
United for Iran
A Amnistia Internacional Portugal mostra-lhe agora os resultados de todas estas iniciativas e agradece a todos os que contribuíram para que a situação no Irão não caísse no esquecimento.
Para mais informação, visite o site united4iran.org







