quarta-feira, dezembro 30, 2009

Feliz ano novo!


terça-feira, dezembro 29, 2009

O Poder das Palavras...

domingo, dezembro 27, 2009

Conheça os Heróis da CNN.

Há apenas alguns dias, a CNN organizou uma gala dedicada a todos os heróis desconhecidos que, através do mundo, fazem a diferença...


quarta-feira, dezembro 23, 2009

Notícia: Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou a Bósnia por discriminar judeus e ciganos

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou a Bósnia-Herzegovina por proibir judeus e ciganos de se candidatarem a alguns postos-chave, incluindo no Parlamento e na Presidência da República.

Este tribunal foi criado em Estrasburgo pelos países membros do Conselho da Europa, em 1959, para tomar conta das queixas de violação da Convenção Europeia de 1950.

No seu parecer, os juízes disseram que a atitude das autoridades bósnias “não tem uma justificação objectiva e razoável”, sendo pois contrária à Convenção.


Veja a noticia completa.

O Grupo de Aveiro da Amnistia Internacional deseja-lhe boas festas!


segunda-feira, dezembro 21, 2009

A desilusão final da Cimeira de Copenhaga


Terminou a cimeira climática da ONU em Copenhaga, após 13 dias e uma maratona negocial que atravessou a última noite. Esta foi bem quente, com algumas nações em desenvolvimento, como Sudão, Nicarágua, Cuba, Venezuela ou Bolívia a unirem-se para denunciar o plano promovido pelos Estados Unidos e a China.

No final, o que emergiu foi um acordo voluntário, subscrito por algumas nações, em vez de um novo tratado contra o aquecimento global legalmente vinculativo e adoptado por todos os países da ONU.

Veja aqui a notícia completa.

quinta-feira, dezembro 17, 2009

quarta-feira, dezembro 16, 2009

domingo, dezembro 13, 2009

E se de repente fosse sponsor de um micro-projecto e acompanhasse o seu desenvolvimento?... Conheça a ong KIVA, em www.kiva.org

Aminatu Haidar, uma activista do Sahra-Ocidental de 42 anos, encontra-se desde o passado dia 15 de Novembro em greve de fome em Lanzarote.

No passado dia 13 de Novembro, quando regressava de Nova Iorque, onde recebera o prémio “Coragem 2009” atribuído pela Fundação Train, Aminatu Haidar foi detida no aeroporto de El Aaiún, capital do Sahara Ocidental ocupado. Apenas por ter declarado, nos documentos de chegada, a sua residência ser “Sahara Ocidental” e não “Sahara Marroquino”, esta activista foi sujeita a um interrogatório de mais de 24 horas, sem direito à presença de advogado e onde sofreu maus tratos psicológicos.
Ainda em Marrocos, foi-lhe proposta a libertação, caso Aminatu Haidar reconhecesse publicamente a soberania marroquina sobre o Sahara Ocidental. Perante a sua recusa, a polícia marroquina retirou-lhe o passaporte e documentos de identificação e obrigou-a a embarcar num avião com destino a Lanzarote, com o consentimento das autoridades espanholas.

A Amnistia Internacional considera que a expulsão desta activista foi motivada por razões de ordem política. Aminatou Haidar está assim a ser castigada por defender a autodeterminação do Sahara Ocidental.


Actue Já!

Copie o texto em baixo para o corpo do email e envie o apelo ao Primeiro Ministro Marroquino:
courrier@pm.gov.ma

Your Excellency Prime Minister Abbas El Fassi, I am writing to you to urge your intervention to ensure that the Moroccan government complies with its international obligations and immediately and unconditionally allows human rights activist Aminatou Haidar, expelled from Laayoune on 14 November, to return home.

I am concerned that Aminatou Haidar is being targeted because of her human rights work and her public stance in support of self-determination for the people of Western Sahara.Aminatou Haidar, President of the Collective of Sahrawi Human Rights Defenders, was intercepted by security officials when she arrived at Laayoune airport on 13 November 2009 after a month long trip abroad during which she received a prestigious human rights award in the USA.

Officials took exception to her stating on her landing card that her home is in Western Sahara, rather than "Moroccan Sahara" and that she did not indicate her nationality as Moroccan. Aminatou Haidar was questioned by security officials about her travel, political affiliations and opinions; and held in the airport overnight.

The following day she was placed on a flight to Lanzarote in the Canary Islands, where she remains to date. Moroccan authorities claim that Aminatou Haidar has effectively "renounced" her Moroccan nationality.

Since her arrival at Lanzarote, Aminatou Haidar has remained at the airport demanding to be allowed to return to Laayoune and has been on a hunger strike since midnight on 15 November in protest at her forcible expulsion.

I am concerned that the expulsion of Aminatou Haidar, who received the Robert F Kennedy Human Rights Award in 2008, reflects increasing intolerance on the part of the Moroccan authorities against Sahrawi human rights defenders and advocates of self-determination for the people of Western Sahara.

I urge you to ensure that the Moroccan authorities comply with their international obligations under Article 12.4 of the International Covenant on Civil and Political Rights (ICCPR). This stipulates that "no one shall be arbitrarily deprived of the right to enter his own country".

Aminatou Haidar must be permitted to return to Laayoune immediately and unconditionally, and the Moroccan authorities should return her travel and identification documents without delay.


Respectfully,

Nome:

Cidade:

Foi assim a Feira dos Direitos Humanos Aveiro/2009, na barraquinha da Amnistia Internacional...




















O grupo de Aveiro dispõe de algum merchandising da Amnistia Internacional (livros, o CD "Save Darfur", pins e crachás, porta-chaves, canetas, cartazes...) - presentes ideiais para este Natal! Caso pretenda colaborar com a Amnistia, adquirindo um presente de Natal solidário, contacte-nos!

Dá-nos a tua opinião sobre a escolha do prémio Nobel da Paz 2009 e sobre o seu discurso. Participa!

Nas imediações do Instituto Nobel, em Oslo, uma faixa erguida por activistas dos Direitos Humanos resumia esta quinta-feira a ambivalência suscitada pela escolha do Comité norueguês: "Obama, ganhaste o Prémio. Agora merece-o".

Ao atribuir o Prémio Nobel da Paz de 2009 ao primeiro Presidente afro-americano dos Estados Unidos, o Comité quis, antes de mais, fazer "um apelo à acção em nome de todos", capitalizando as esperanças de um desanuviamento das Relações Internacionais, após os oito anos da Administração republicana de George W. Bush. Foi essa a pedra de toque do discurso de Thorbjørn Jagland , que antecedeu a entrega do galardão. A História, justificou o presidente do Comité Nobel, "está cheia de ocasiões perdidas": "É agora, hoje, que temos a oportunidade de apoiar as ideias do Presidente Obama".

Um preâmbulo de "grande humildade" e uma longa apologia da "guerra justa", contra "um adversário que não conhece regras", cunharam esta quinta-feira, em Oslo, a intervenção de Barack Obama na cerimónia de entrega do Nobel da Paz. Ao receber o Prémio, o Presidente dos Estados Unidos reconheceu a "considerável controvérsia" gerada pela decisão do Comité.

Queremos saber a tua opinião sobre o discurso de Obama como Prémio Nobel da Paz! Esperamos pelo teu comentário.

Não deixe de acompanhar a Cimeira de Copenhaga!

A primeira proposta de documento final da Cimeira de Copenhaga propõe que os países desenvolvidos reduzam as suas emissões de gases com efeito de estufa em 25% a 40% até 2020, por comparação com os valores de 1990.

Esta é uma meta bastante superior aos 13% a 19% que as ONG presentes na cimeira estimaram que os países desenvolvidos já tinham colocado na mesa das negociações, com base em cálculos feitos pela consultora Ecofys e pela organização Climate Analytics.

A primeira versão do documento final agora em discussão em Copenhaga deixa, no entanto, em aberto a definição dos objectivos precisos para limitar o aumento das temperaturas globais, devido às divergências existentes entre os vários blocos de países.

A questão da temperatura esteve na origem das primeiras divergências entre os países em desenvolvimento, com os estados-ilha e os países mais pobres de África e da América Latina a exigirem metas mais apertadas para a redução das emissões, de modo a que as temperaturas globais não subam mais do que 1,5 graus centígrados.

Acima deste limite vários estados-ilha poderão ficar inundados. As grandes economias emergentes, como a China, Índia, Brasil ou África do Sul, não concordam com estas restrições, porque o seu crescimento poderá ficar comprometido.

E os países ricos já tinham acordado na meta dos dois graus centígrados no passado mês de Julho. Mas a generalidade das ONG defende o objectivo de 1,5 graus, o que implica limitar as emissões a 350 ppm (partes por milhão em volume de ar), e não a 450 ppm, como tem sido proposto pelos países desenvolvidos e pelas grandes economias emergentes.

O desafio de Copenhaga...

segunda-feira, dezembro 07, 2009

www.orbiscooperation.org

A ORBIS – Cooperação e Desenvolvimento vai inaugurar dia 8 de Dezembro à tarde uma loja de 'comércio solidário e justo' na cidade de Aveiro.

O espaço de venda promovido por aquela Organização Não Governamental (ONG) ligada à Diocese de Aveiro fica situado no edifício do Centro Universitário de Fé e Cultura, junto à Universidade de Aveiro.

Estará aberto ao público interessado nos dias úteis, de quarta a sexta-feira, entre as 10:00 e as 17:00, mas também aos sábados, entre as 10:00 e as 12:30.

domingo, dezembro 06, 2009

www.rainforestSOS.org